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DISCOS DO CARRO Quer coisa melhor do que escutar música boa no carro??? Ok, ok, eu sei que existem coisas melhores...eheheh

ASH - Nu-clear Sounds Já li uma vez que eles seriam os "weezer" britânicos, coisa que eu não concordei, mesmo pq virou lugar-comum (principalmente no Brasil) dizer que são influenciados pela banda de Rivers Cuomo. O Ash faz uma mistura do tal power-pop com algumas pitadas de surf-music, se transformando em uma música bastante agradável, propícia para uma festança daquelas com muita cerveja, gatas de biquini e tal. E olha que eles são Britânicos. De qualquer forma é tb uma música bem alto-astral, daquelas que vc vai ficar o dia inteirinho cantando a melodia. Não é uma grande qualidade? Bem, Tribalistas gruda igual a uma doença na nossa cabeça, mas aqui nós só falamos de música de qualidade, combinado?

CHEMICAL BROTHERS - Exit Planet Dust É muito difícil para mim falar de música eletrônica, pq não tenho tanto conhecimento assim de loops, grooves e tal. Os Djs e entendidos desse tipo de música possuem uma linguagem toda própria, e não sou eu quem vou propor uma abordagem diferente. Prefiro falar nas sensações incríveis que esse disco me proporcionou na primeira vez que o escutei, a uns 7, 8 anos atrás. A onda Tecno ainda não estava com essa força toda (hoje virou arroz-de-festa), então os poucos locais que tocavam música eletrônica ainda eram frequentados por um pessoal meio underground. Os Irmãos químicos chegaram e quebraram toda a barreira que existia, pelo menos comigo, em relação à música eletrônica, pq o disco é muito bom MESMO. Só pra não demorar, a primeira música "Leave Home" simplesmente fez meu cérebro explodir quando coloquei pela primeira vez, com seus beats empolgantes e camadas interessantíssimas, o que ocorre em todo o cd, perfeito para uma festa tb. É só largar ele no player e partir para a pista, sem ectasy por favor.
Escrito por às 11h54
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Sei que o final de semana já passou, mas não tive tempo de falar sobre o filme que assisti, "O Amor Custa Caro" , dos Irmãos Coen.

Apesar do inacreditável título em português, o que, aliás, é uma mania, o filme é muito bom. Ocorreu-me um pensamento...quem não gostaria de ser o George Clooney? Não, sério, pensem bem...o cara ganha milhões de dólares por cada filme que faz, aproveita o seu prestígio (e grana), e financia projetos difíceis que não serão sucessos na bilheteria, tipo Solaris, pega todas as gatas, pq não é casado, tem uma infinidades de amigos cool (será que é por causa do dinheiro? Acho que não...já que todos tb tem...) e ainda por cima carca as maiores beldades das telas. Nos filmes, diga-se de passagem. Julia Roberts, Catherine Zeta-Jones, Jennifer Lopez, Nicole Kidman...não é um cara invejável???? Pra mim é...eheheh
Bem, o filme.
Parece que pela primeira vez os Irmãos Coen se deixam seduzir pelo mainstream Hollywoodiano, com grandes orçamentos, lançamento mundial e tal. Não vamos falar de grandes astros pq eles sempre trabalharam com essas figuraças. Aliás, neguinho fica doido para ser dirigido por eles, essa é a verdade. Mas o mal de Hollywood não pegou, pelo menos não totalmente, já que algumas características que sempre encontramos nos filmes deles estão presentes, como o humor negro e alguns personagens non-sense. George Clooney faz o papel do super-advogado, mestre em arranjar acordos vantajosos em uma separação, já que, normalmente, seus clientes são ricos, e o lado prejudicado quer levar toda a grana do marido. Sentiu o machismo?? eheheh. Até que ele conhece Zeta-Jones, uma alpinista social à procura de um marido rico para enganar e se dar bem. O problema é que o trouxa contrata Clooney, que consegue livrá-lo do pior, mas o próprio Clooney é fisgado por Zeta-Jones. Aliás, convenhamos...quem não seria? O que se segue é uma típica comédia de redenção e muito humor negro, valorizadíssima pela grande atuação de Clooney, sensacional no papel do Advogado egocêntrico. Já Zeta-Jones...meu Deus, ela é o que se pode chamar de diva, pois eu nunca a vi tão bonita em nenhum filme. A química entre os dois rola fácil, e quem ganha somos nós, que assistimos a uma excelente comédia no melhor estilo dos Irmãos Coen. 8/10
Escrito por às 12h32
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O quê?? Vc ainda não comprou esses discos???

IRA - Vivendo e não aprendendo Depois do sucesso do primeiro disco, o Ira se consolida como uma das bandas mais interessantes do Brasil com esse novo lançamento. E, de quebra, encaixa uma música na novela da grobo, "Flores em Você". O disco, basicamente é a continuação do primeiro, com influências da Jovem Guarda e do rock do final dos anos 60. Mas eles se permitiram alguns avanços, como o funk-rock "Vitrine Viva". Aliás essas "experiências" atingiriam seu ponto máximo no próximo lançamento, o sensacional "Psicoacústica", que não foi bem compreendido na época, e vai ser alvo de comentários aqui nesse blog em um futuro próximo.

SPIRITUAL BEGGARS - On Fire Se no disco anterior (Ad Astra) as referências eram os anos 70, mais especificamente Deep Purple da época do Machine Head, esse coloca os dois pés nos anos 80, extraindo o que existiu de melhor no rock dessa década. Vcs se lembram...riffs pegajosos, rock de arena, todo mundo cantando junto. O Spiritual pega tudo isso e coloca um punch que não deixa dúvidas sobre a qualidade de seus integrantes, agora um quinteto. E se vcs pensavam que Spice não seria bem substituído, o novo vocalista JB coloca seu vozeirão rasgado à la David Coverdale (Whitesnake??) e nos deixa saudosos dos incríveis 80's. Mas com um rockão de primeira. Fundamental.

ZEN GUERILLA - Shadows on the Sun Pegue um vocal meio blues, uma guitarra garage-tosqueira, um batera metal e um baixo funky...o que dá? Isso mesmo, um som de primeiríssima qualidade, capaz de rachar as paredes de qualquer casa que aumente muito o volume do som. Conheci eles através de uma antiga matéria no jornal aqui de Brasília, o Correio Braziliense, e, posso dizer, NUNCA tinha escutado falar desses caras. Entrei no CDNow e escutei um trechinho (30 s) da primeira música. Foi o bastante para eu não descansar enquanto não comprasse esse disco. Uma mistura de blues e metal, com uma produção meio de garagem. Não importa o que vc goste, em época de White Stripes vale e muito a pena conhecer o som deles.
Escrito por às 12h44
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CD'S DO CARRO A imbatível seleção dos cds que eu escuto no meu carro
Pode até ocorrer a pergunta: Mas será que ele nunca vai falar mal de nenhum cd? Bem, para um cd entrar no meu carro ele tem que ser muito bom, principalmente pq eu tenho uma reputação a zelar, certo? Então esqueçam coisas abomináveis como Tribalistas, algo da "nova" (???) MPB, e esses grupinhos rock-fake tipo CPM 22, detonautas, tihuana e asseclas.
Mas eu ainda vou postar algo do tipo - "Cds que eu me arrependi de ter comprado". Ou vcs acham que eu não tenho cds que eu me envergonho de ter??? Later... Sendo assim, vamos às análises.

HELMET - Meantime Engraçado essa banda nunca ter feito o nsigo lembrar do Rob Zombie, Marilyn Mason e Rammstein que fazem um som desse tipo. Pois bem, podem esperar muito barulho, muito ritmo eletrônico e aqueles vocais que parecem ser vomitados ao invés de cantados. Zero de melodia. Em algumas músicas eles até chegam a empolgar, lembrando um pouquinho o Filter, mas só em algumas músicas. Tem até uma música "romântica", se é que uma música com um vocal das profundezas do inferno cantando "hold meeeeeee..." pode ser chamada de romântica. Esse é um dos discos que só faz volume na minha estante.
Escrito por às 19h33
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