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DISCOS NOVOS Final de ano é sinônimo de novidades na coleção de cd's

FIREBIRD - De Luxe É um problema patológico mesmo, já até aceitei isso. Eu adoro comprar cd's, é o meu vício. Enquanto algumas pessoas possuem outros hobbies, como colecionar passarinhos, selos, ou, suprema esquisitisse, latas de refrigerante, a minha coleção é de cd's. Uma coleção de respeito começa quando ultrapassa as 1000 unidades, o que, ainda, não é o meu caso. Devo estar por volta de 700 cd's, mas estou me esforçando. Essa introdução toda é apenas para exemplificar que só um tarado por música e, principalmente por Rock'n Roll poderia pagar quase 100 reais por causa de um cd apenas. Mas que grupo... O Firebird é um Power-Trio. Guitarra, baixo e bateria, a combinação básica de uma banda. Rock básico, sem firulas, bluesy, que busca inspiração direto dos anos 60/70, que, na minha opinião, foi a época mais fértil da música, aonde qualidade, virtuosismo e sucesso caminhavam juntos. É aí que entra o Firebird, e também enxergamos pq não estamos mais nos anos 70. Eles não fazem o merecido sucesso, não são mainstream, justamente pq não se encaixam nos padrões de sucesso que as gravadoras e o mercado atuais "escolhem" para o público. Claro que tudo isso vira besteira diante do rock empolgante e retrô do Firebird. Um disco indispensável. Valeu todo o dinheiro investido, mesmo que sejam 100 reais por um único cd. Perfeito Para: Esquecer os grupos "hype" da atualidade.

STEREOPHONICS - You Gotta go There to Come Back Com um dos melhores vocalistas do rock dito alternativo - que diga-se, não tem nada de alternativo -, a banda de Kelly Jones emociona com mais um disco daqueles que vai agradar a todos, moderninhos ou não. Com um som um pouco mais baladeiro, seguindo a tendência do último disco, o bom "Just Enough Education to Perform", as músicas seguem uma linha mais elaborada, com alguns arranjos de cordas e uns pianos que dão um ar de música de final de noite. Dava até pra enganar os órfãos de Black Crowes com algumas músicas mais blues, preenchidas com um coro meio gospel e pianinhos mellotron. Mais um excelente lançamento dessa banda Galesa. Perfeito Para: Aprender as músicas no violão e cantar para a namorada.
Escrito por às 19h08
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FILME DO FINAL DE SEMANA

S.W.A.T. - Clark Johnson
Who the fuck is Clark Johnson??? Foi a primeira pergunta que eu fiz após assistir a SWAT, filme baseado na famosa série de televisão que qualquer um, como eu, com mais de 30 anos se lembra. Como é que colocam um cara totalmente desconhecido para dirigir um filme-evento, como são chamados os blockbusters que assolam o verão norte-americano atrás do público, ávido por cinema e diversão descompromissada. Bem, ele dirigiu alguns episódios de séries de tv, tipo The Wire, Third Watch e The Shield, o que poderia ser um risco, afinal dirigir um elenco de astros do porte de Samuel L. Jackson e Colin Farrel não deve ser brincadeira. Dessa vez o cinema do Cinemark até que não estava tão cheio, afinal era um sábado à noite, e pra variar os problemas de estacionamento continuam atormentando a gente. Esse tipo de filme tem que ser visto lá mesmo, pois são as melhores salas, o melhor som e tal. Comédias, dramas e algo parecido podem ser vistos nos outros cinemas de Brasília.
Passou o trailer do "Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei"...putz, como eu tô afim de ver esse filme. O pior é que vão lançar as versões estendidas dos dois anteriores nos cinemas...vou ter que ver tudo, não vai ter jeito.
E o filme? É um excelente filme de ação, passado em Los Angeles, sobre a divisão de elite da polícia americana, a Special Weapons and Tactics - S.W.A.T. Colin Farrel faz o policial, que após uma desastrada mas bem-sucedida operação, é afastado da swat pelo chefe almofadinha. Mais para frente ele vai ser recrutado por Samuel L. Jackson para fazer parte de um novo grupo, aonde vão fazer parte outros policiais escolhidos a dedo, dentre eles LL Cool J, incrivelmente bombado - olha o anti-doping - e a masculinizada, pra variar, Michelle Rodriguez, de Resident Evil. A tal missão que eles vão executar é escoltar um super-traficante - Olivier Martinez, que parece falar com uma batata na boca - para a prisão federal. O problema é que ele oferece 100 milhões de dólares para quem libertá-lo. E tome gangues, ex-policiais e todo tipo de gente querendo levar a grana. Não tem muito o que falar, é um filme de ação non-stop, na maioria das vezes muito bem-feitas, alguma tensão e zero de esforço dramático dos atores. É o típico filme-macho. Mas também queria o quê? Se quer ver algo "sensível" vá assistir algum filme na Academia de Tênis. Mas não me chame...eheheh 7/10
Escrito por às 18h36
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